DIA DAS MÃES

10/05/2014

 

Queria ter o dom maior de palavras para que pudesse escrever uma mensagem mais que especial para as mães, principalmente as da minha família. Como não foi possível, pedi ao Espirito Santo de Deus que me inspirasse e fui atendida.

É uma oração maravilhosa da mãe Maria, agradecendo a Deus por ter sido escolhida pra ser a Mãe de nosso Senhor e Salvador Jesus. Todas nós, mães, agradecemos a Ele por esse dom, o de ser mãe, e esse Magnificat de Maria, o expressa bem demais.

” Minha alma glorifica ao Senhor,

meu espírito exulta de alegria

em Deus, meu Salvador,

porque olhou para sua pobre serva,

Por isso, desde agora,

me proclamarão bem-aventurada todas as gerações,

porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso

e cujo nome é Santo.

Sua misericórdia se estende, de geração em geração.

sobre os que o temem.

Manifestou o poder de seu braço:

desconcertou o coração dos soberbos.

Derrubou do trono os poderosos

e exaltou os humildes.

Saciou de bens os indigentes

e despediu de mãos vazias os ricos.

Acolheu a Israel, seu servo,

lembrado da sua misericórdia,

conforme prometera a nossos pais,

em favor de Abraão e sua posteridade, para sempre.”

(1 Luc 1, 46-56)

Parabéns a todas as mães, especialmente você, minha mãe.

 

 

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PEDIDO

31/01/2013

Mario Quintana” Não quero que você seja eu

Eu já tenho a mim. 

O que quero é que você chegue 

Com seu poder de chegar 

E de me devolver pra mim. 

Que você chegue com seu dom 

De também me fazer chegar 

Perto de mim… 

Pra me fazer ver o que só você viu. 

Pra eu ser capaz de amar também 

O que só você amou. 

Eu não quero que você seja igual a mim. 

Eu já tenho a mim. 

Não quero construir uma casa de espelhos 

Que multiplique minha imagem por todos os cantos. 

Quero apenas que você me reflita 

Melhor do que julgo ser.”
Fonte: Web
Autor: desconhecido

Boas vindas 2013

05/01/2013

O ano de 2013 começou com força total. O sol e o calor que impera em nossa cidade não deixa dúvidas disso.

Conheci as palavras de  Ana Jácomo numa poesia linda chamada  Almas Perfumadas, que me encanta até hoje e amo relê-lo. Pra começar bem o ano escolhi duas notas simples dela, mas com imenso significado:

“A vida é tão amorosamente surpreendente que, às vezes, no auge da nossa tristeza, ela aparece com um presente que faz diminuir o tamanhão todo da nossa dor.
Ele não cura, mas a gente lembra que a oportunidade de viver é algo bem maior, bem mais precioso, bem mais bonito, enquanto o desembrulha.”

“O tempo, de vento em vento, desmanchou o penteado arrumadinho de várias certezas que eu tinha, e algumas vezes descabelou completamente a minha alma. Mesmo que isso tenha me assustado muito aqui e ali, no somatório de tudo, foi graça, alívio e abertura. A gente não precisa de certezas estáticas. A gente precisa é aprender a manha de saber se reinventar. De se tornar manhã novíssima depois de cada longa noite escura. De duvidar até acreditar com o coração isento das crenças alheias. A gente precisa é saber criar espaço, não importa o tamanho dos apertos. A gente precisa é de um olhar fresco, que não envelhece, apesar de tudo o que já viu. É de um amor que não enruga, apesar das memórias todas na pele da alma. A gente precisa é deixar de ser sobrevivente para, finalmente, viver. A gente precisa mesmo é aprender a ser feliz a partir do único lugar onde a felicidade pode começar, florir, esparramar seus ramos, compartilhar seus frutos.”

Nunca perca sua fé, pois nada é impossível pro Senhor de nossas vidas. Acredite, o impossível pode acontecer.


O amor está aqui

06/08/2012

Nunca se esqueça que o amor está em todo lugar.

Com olhos afiados nessa procura, ficará fácil enxergá-lo.


Mulheres apaixonadas (Elas correm riscos que os homens não correm)

25/02/2012

Os textos de Ivan Martins, da Revista Época, são excelentes e reais. Ele procura mostrar exemplos reais para ilustrar seus artigos, o que faz com que a leitura seja cada vez mais agradável, como o que transcrevo aqui.

“O final do filme se aproxima. A mocinha, meio cega de emoção e lágrimas, acelera o carro para salvar o homem que ama. Enquanto ela voa em zig-zag pelas ruas, fura faróis e ameaça pedestres, me ocorre no escuro do cinema uma frase pronta: ela guia como uma mulher apaixonada. Além de ser uma descrição justa da cena, talvez haja nessa ideia uma verdade mais geral – mulheres apaixonadas, não só nos filmes, fazem coisas perigosamente impensadas.

Conheci uma mulher que rompeu um casamento na França e foi viver em Nova York com um cara que ela só conhecia pela internet. Conheci uma moça grávida que se apaixonou por um moço mais jovem e trocou de marido no meio da gravidez. Conheci uma mulher recém-casada que inventava viagens de trabalho para passar uns dias com uma paixão inacabada. São muitas histórias e elas todas se parecem num ponto: mulheres apaixonadas correm riscos e fazem coisas que os homens, boa parte das vezes, não têm coragem ou disposição de fazer.

Claro, há homens românticos que saltam para a vida sem para-quedas, mas a mim parece que as mulheres são a maioria nesse pelotão, e vão mais fundo. Enquanto o homem, cautelosamente, tenta manter o pé em duas vidas e pondera sentimentos e reações alheios, as mulheres se atiram. Para fora de casa, para a rodoviária, para o desconhecido. Avançam em direção à miragem que paira na outra ponta da corda, muitos metros acima do abismo. Querem a felicidade.

As heroínas de filmes e romances sempre dão lições de coragem aos homens. Alguém se lembra de “Pecados íntimos”, com Kate Winslet? Na última cena do filme ela espera pelo amante com quem vai fugir e deixar tudo para trás. Ele não aparece. É mais ou menos o desfecho enfrentado no século XIX por Emma Bovary, a adúltera do romance de Gustave Flaubert. Outro dia revi o filme “1984”, baseado em um dos meus romances favoritos, escrito por George Orwell. La está Julia, a jovem que se rebela contra o totalitarismo por meio do sexo e do amor, e arrasta seu amante com ela. Todas essas personagens são almas mais livres que seus parceiros – e se inspiram em comportamentos femininos reais.

De onde vem esse romantismo terminal das mulheres? Eu não sei, mas ele está lá, desde que elas são meninas. Talvez seja apenas um traço cultural – quando todas as formas de realização públicas eram proibidas, o amor, a busca da felicidade íntima, era o que restava. Mas o mundo (ao menos a nossa parte do mundo), não é mais assim. As mulheres podem se dedicar ao trabalho, ao poder, ao dinheiro. Não precisam mais casar ou ser mães. Podem viver sozinhas se assim quiserem, voltadas 100% ao aprimoramento do espírito ou dos glúteos. Mesmo assim, o romantismo não desaparece. A necessidade de amar e ser amada (intensamente) continua. Aos 20, aos 30, aos 40, aos 50, aos 60 anos…

Um evolucionista poderia dizer que nos genes femininos está escrita a urgência de encontrar o parceiro perfeito para a procriação, por isso as mulheres conferem prioridade absoluta ao amor e seu termômetro mais evidente, à paixão. Mas isso não explica as mulheres que trocam procriadores competentes e responsáveis por outros homens (frequentemente sem essas qualidades), que pareçam mais interessados nelas. A sobrevivência da espécie não requer isso, mas a sanidade das mulheres talvez exija.

Minha impressão é que todos precisamos de ilusões.

As ilusões dos homens parecem estar ligadas ao sexo. Se formos capazes de seduzir, de conquistar, de transar, então estaremos satisfeitos. Claro, há um universo de sentimentos que não estarão atendidos, mas o impulso masculino parece ser na direção de resolver a vida pelo desejo, realizar-se pela satisfação constante no sexo. Não acontece, mas a quimera nos move adiante. Com as mulheres a ilusão é afetiva. O grande amor, o grande romance, a paixão redentora. A vida parece se resumir a isso. Assim como a sedução permanente dos homens, a fantasia romanesca das mulheres raramente se materializa – mas isso não a torna menos universal ou importante.

Qualquer que seja a origem do arrebatamento feminino, os homens não sabem lidar com ele. As emoções exacerbadas das mulheres nos assustam e, secretamente, nos envergonham. Temos inveja dessa intensidade de sentimentos. As piadas constantes que fazemos sobre “a loucura” das mulheres revelam algo do nosso constrangimento. Nós, que vira e mexe nem sabemos o que estamos sentindo, somos forçados a lidar com gente apaixonada que nos olha nos olhos e exige respostas.

Claro, há mulheres realmente perdidas, malucas, criaturas incapazes de diferenciar os seus desejos da realidade. Todo homem adulto já topou com uma dessas. Ama e não percebe que não é amada. Quer e não percebe que não é querida. Às vezes, não aceita que acabou aquilo que mal havia começado, e faz cena – em vez de fazer as unhas e partir para outra.

Mas o comportamento das mulheres transtornadas não justifica a cautela masculina. O sujeito que se atira ao sexo e não encontra sentimentos encena um clichê triste. Ele tem algo a aprender com a capacidade das mulheres de se entregar e correr riscos. Não precisa pegar um carro de madrugada e sair voando para provar que ama – mas não deveria deixar sua heroína esperando sozinha, na chuva, por um amante que não tem certeza do que sente e não consegue decidir o que quer.”

Fonte: Revista Época


Mamãe, palavra que nunca deveria faltar em nossas bocas.

08/05/2011

Alice e ...

É uma palavra dissílaba. A sílaba mais forte é um Ditongo Nasal (mãe). Tão simples e muito significativa.

Dizer que ser mãe é a situação mais sublime que a mulher pode viver, seria pouco para descrever as maravilhas que vivemos depois que nossos filhos entram para nos fazer companhia neste mundo. As alegrias que temos quando pronunciam as primeiras palavras; fazem as primeiras gracinhas ou caretas; quando dão os primeiros passinhos. Quando entram na escola, aprendem a ler; quando concluem o Ensino Fundamental e Médio; a formatura do Nível Superior… são fases maravilhosas e nos fazem descobrir e redescobrir como somos importantes na vida deles. Somos peça fundamental e  um dos responsáveis pela educação deles. Sei que a vida de mãe não é um mar de rosas sempre. Temos também aqueles momentos na vida dos filhos que queríamos poder deletar e fazer com que eles nunca ficassem tristes ou sofressem. A vida é assim, com altos e baixos e nós mães e filhos, não estamos livres disso.

Lair e ...

O desencontro de gerações de pais e filhos é o primeiro grande obstáculo. Hoje, a mãe precisa ser “antenada” para acompanhar a evolução do mundo junto com seu filho e para isso existem os recursos que a  web nos oferece. As redes sociais… tudo que pode nos aproximar ou nos afastar dos filhos.

Tenho exemplos de superação e vitória de duas mães que são o meu suporte na vida. Minha mãe, Alice e minha Sogra, Lair. Duas guerreiras que, depois de lutarem em favor da própria vida,  lutam no dia a dia pelo bem estar dos seus filhos e netos. Amo vocês.